Cada Ano, a IASP foca um aspeto diferente da Dor, explorando as suas implicações globais.
São assim produzidas anualmente "fact sheets" traduzidas em várias línguas, entre outras publicações, além de eventos relacionados com o tema escolhido, que pretendem aprofundar os conhecimentos sobre o mesmo.
DOR PÓS CIRÚRGICA
O Ano Mundial Contra a Dor assinalado pela IASP em 2017 tem como tema a Dor Pós Cirúrgica.
Foram desenvolvidas várias ações dedicadas a esta questão com vista à sensibilização dos diferentes agentes públicos encorajando a adoção de políticas que aumentem a perceção desta temática.
DOR NAS ARTICULAÇÕES
A Dor nas articulações foi o tema escolhido pela IASP para assinalar o Ano Global Contra a Dor, e pela EFIC para assinalar o Ano Europeu Contra a Dor, em 2016. Durante este ano serão desenvolvidas acções dedicadas a este tema, para pacientes e profissionais de saúde, que podem ser consultadas no site da IASP e da EFIC.
DOR NEUROPÁTICA
A Dor neuropática foi o tema escolhido pela IASP para assinalar o Ano Global Contra a Dor, e pela EFIC para assinalar o Ano Europeu Contra a Dor, entre 2014 e 2015. Durante este ano serão desenvolvidas acções dedicadas a este tema, para pacientes e profissionais de saúde, que podem ser consultadas no site da IASP e da EFIC.
A Dor Neuropática é uma dor que surge como consequência direta de uma lesão ou doença que afeta o sistema somato-sensitivo.
Apesar de estarem disponíveis vários fármacos e guidelines para o tratamento da dor neuropática, surgem dos Estados Unidos e da Europa, evidências de que não estão a ser amplamente utilizadas.
Como consequência, continuam a existir muitos doentes sub-tratados, ou mesmo não tratados da forma mais adequada.
DOR OROFACIAL
A Dor orofacial foi o tema escolhido pela IASP para assinalar o Ano Global Contra a Dor, e pela EFIC para assinalar o Ano Europeu Contra a Dor, entre outubro de 2013 e outubro de 2014.
A dor orofacial é a dor percebida no rosto e/ou cavidade oral. Pode ser causada por distúrbios de estruturas regionais, disfunção do sistema nervoso ou ser referida com origem em fontes distantes.
A complexidade dos distúrbios da dor orofacial é agravada pela proximidade de outras estruturas como os olhos, nariz, dentes, língua, seios perinasais, ouvidos, músculos e articulações temporomandibulares.
Estas estruturas podem ser a origem da dor facial referida para as áreas próximas, mas não envolvidas.
Uma abordagem organizada de diagnóstico categoriza a dor orofacial, de acordo com o mecanismo subjacente, em músculo-esquelética, neuropática, neurovascular e psicogénica.
DOR VISCERAL
O Ano Global Contra a Dor assinalado pela IASP e o Ano Europeu Contra a Dor assinalado pela EFIC entre outubro de 2012 e outubro de 2013, teve como tema a Dor Visceral.
Foram desenvolvidas, para profissionais de saúde e pacientes, várias acções dedicadas a esta questão.
Em anexo remetemos informação relevante sobre Dor Visceral, emanada pela IASP e EFIC.
APRESENTAÇÃO: AGUDA VS CRÓNICA DA DOR VISCERAL
A dor visceral tem origem nos órgãos internos e pode dever-se a inflamação, infeção, perturbações da motilidade dos órgãos, neoplasias, alterações nos nervos transmissores das sensações viscerais ou isquemia.
A dor visceral aguda pode estar associada a situações reversíveis ou com risco de vida que devem ser adequadamente consideradas.
Tradicionalmente, a dor visceral crónica causada por uma lesão patológica detectável por meios auxiliares de diagnóstico tem sido categorizada como "orgânica", e "funcional" quando a etiologia permanece obscura, pensando-se que possa existir uma hipersensibilidade visceral periférica ou central.
A dor é angustiante e, processos psicológicos e psiquiátricos subjacentes, alteram a resposta a eventos dolorosos. Intervenções seguras e comportamentais são apropriadas para todos os distúrbios dolorosos, mas podem ser particularmente benéficas quando os sintomas são recorrentes ou persistentes.
CEFALEIAS
O Ano Global Contra a Dor assinalado pela IASP entre outubro de 2011 e outubro de 2012, teve como tema as Cefaleias.
Foram desenvolvidas, para profissionais de saúde e pacientes, várias ações dedicadas a esta questão.
Em anexo remetemos informação relevante sobre Cefaleias, emanada pela IASP.
DOR AGUDA
O Ano Mundial Contra a Dor assinalado pela IASP entre outubro de 2010 e outubro de 2011, teve como tema a Dor Aguda
Foram desenvolvidas, para profissionais de saúde e pacientes, várias ações dedicadas a esta questão.
Em anexo remetemos informação relevante sobre Dor Aguda, emanada pela IASP.
DOR MÚSCULO-ESQUELÉTICA
O Ano Mundial Contra a Dor assinalado pela IASP entre outubro de 2009 e outubro de 2010, teve como tema a Dor Músculo-Esquelética.
Foram desenvolvidas, para profissionais de saúde e pacientes, várias ações dedicadas a esta questão.
Em anexo remetemos informação relevante sobre Dor Músculo-Esquelética, emanada pela IASP.
A dor músculo-esquelética surge na sequência de esforço repetitivo, uso excessivo e distúrbios relacionados com o trabalho, que levam a dor em ossos, articulações, músculos ou estruturas adjacentes. A dor pode ser focal ou difusa, aguda ou crónica, sendo a lombalgia o exemplo mais comum desta última.
O custo económico a que está associado só é superado pelas doenças cardiovasculares.
Os diagnósticos incluem neuropatias periféricas, epicondilite/tendinite medial ou lateral, tendinite da coifa dos rotadores, tendinite bicipital ou do punho, miosite, mialgia, osteoartrite, distensão cervical e lombalgia.
O tratamento é tipicamente multimodal.
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- ALTERAÇÕES VASCULARES NA ENXAQUECA
- CEFALEIA NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA
- CEFALEIA POR USO EXCESSIVO DE MEDICAMENTOS
- CEFALEIAS DE CURTA DURAÇÃO E EM FACADA
- CEFALEIAS TRIGÉMINO-AUTONÓMICAS (CTA)
- ENXAQUECA E ALTERAÇÕES HORMONAIS
- ENXAQUECA E NEUROFISIOLOGIA
- GENÉTICA EM CEFALEIA
- NEUROIMAGEM EM CEFALEIA
- NEUROMODULAÇÃO NAS CEFALEIAS PRIMÁRIAS
- NEVRALGIA DO TRIGÉMIO (NT) E DOR FACIAL IDIOPÁTICA PERSISTENTE (DFIP)
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- COMO IMPLEMENTAR MUDANÇAS
- DOR AGUDA E CIRURGIA
- INTERVENÇÕES: BENEFÍCIOS E BARREIRAS
- MECANISMOS DA DOR AGUDA
- MEDICINA DA DOR AGUDA: ONDE ESTÁ A EVIDÊNCIA?
- PORQUÊ AS LACUNAS ENTRE A EVIDÊNCIA E A PRÁTICA?
- PRINCÍPIOS DO CONTROLO DA DOR NOS DEPARTAMENTOS DE EMERGÊNCIA PARA PACIENTES COM CONDIÇÕES MÉDICAS DOLOROSAS AGUDAS
- QUAL É O PROBLEMA?
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- A ATIVIDADE FÍSICA NO CONTROLO DA DOR MÚSCULO-ESQUELÉTICA
- ABORDAGEM MULTIDISCIPLINAR NA CONDUTA DA DOR MÚSCULO-ESQUELÉTICA
- ARTRALGIA
- ARTRITE REUMATÓIDE
- ASPETOS BÁSICOS DA DOR MUSCULAR
- AVALIAÇÃO DA DOR MUSCULO-ESQUELÉTICA: EXPERIMENTAL E CLÍNICA
- CERVICALGIA
- DOR E LESÕES RELACIONADAS COM O DESPORTO E EXERCÍCIO
- DOR MIOFASCIAL
- DOR MÚSCULO-ESQUELÉTICA CRÓNICA. TRATAMENTO INVASIVO BASEADO NA EVIDÊNCIA
- DOR NA DISFUNÇÃO TEMPORO-MANDIBULAR (DTM)
- DOR NO OMBRO
- DOR RELACIONADA COM OSTEOARTRITE
- EPICONDILITE LATERAL
- EPIDEMIOLOGIA DA DOR MÚSCULO-ESQUELÉTICA
- EVITAÇÃO DECORRENTE DO MEDO E DOR MÚSCULO-ESQUELÉTICA
- FIBROMIALGIA
- LESÃO EM CHICOTE
- OSTEOPOROSE
- PERTURBAÇÕES FUNCIONAIS
- TRATAMENTO BIOPSICOSSOCIAL BASEADO NA EVIDÊNCIA DA DOR MÚSCULO-ESQUELÉTICA CRÓNICA
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- ALLODYNIA AND HYPERALGESIA IN NEUROPATHIC PAIN
- Central Neuropathic Pain
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- Mechanisms of Neuropathic Pain
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