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Dor (2002) 10




































































Figura 3. Microfotografias de grande ampliação de filmes de raios X onde se mostra a expressão do ARNm para o
mGluR1, 5, 3, 4 e 7 no tálamo do rato. Da esquerda para a direita, cada plano do encéfalo corresponde a cada um
dos níveis rostrocaudais ilustrados nos desenhos esquemáticos da figura 1, e descritos nas Tabelas 1, 2 e 3. Notar a
expressão muito elevada e homogénea do ARNm para o mGluR4 em todos os núcleos talâmicos excepto no Rt. Em
contraste, a expressão no tálamo do ARNm para o mGluR3 foi praticamente restrita a este núcleo.


núcleos do complexo ventrobasal, o VPM e o VPL, apresen- fraca (no PVP) ou moderada (PV) nas zonas posterior e
taram uma marcação fraca nas suas partes caudais mas intermédia, mas não foi detectado qualquer sinal na sua parte
não mostraram qualquer sinal específico no corte rostral anterior (PVA). Nos núcleos mais rostrais foi também observa-
(Tabela 1). De modo semelhante, níveis distintos de expres- da uma marcação diferencial, com um sinal moderado ou
DOR são do gene para o mGluR5 foram detectados ao longo da fraco no AM/IAM ou no AV, respectivamente, e nenhum sinal
detectáve0l acima dos valores de fundo no AD (Tabela 1).
extensão rostrocaudal do VL e do PV. No primeiro núcleo, o
36 sinal decresceu de moderado para fraco da parte caudal Finalmente, não foi possível observar qualquer marcação
específica em toda a extensão rostrocaudal do Rt (Tabela 2).
para a rostral, enquanto no PV foi observada uma expressão
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